O valor do salário mínimo no Brasil em 2026 está definido: R$ 1.621,00. A vigência começa em 1º de janeiro de 2026, com base em decreto presidencial publicado no Diário Oficial no fim de 2025.
Além do valor mensal, o decreto também detalha referências úteis para contratos e cálculos:
Valor diário:R$ 54,04
Valor por hora:R$ 7,37
O piso anterior era R$ 1.518,00 e passou para R$ 1.621,00. Isso representa um reajuste de 6,79% (aprox.) e altera uma cadeia grande de valores na economia - do contracheque ao INSS.
Desde a retomada da política de valorização, o cálculo considera:
Inflação pelo INPC (reposição do poder de compra)
Crescimento real do PIB de dois anos antes (ganho real, quando houver)
Na prática, isso explica por que o mínimo não sobe “no chute”: ele segue regra legal e parâmetros econômicos (com limites e revisões conforme índices fechados).
Aqui está o ponto que realmente mexe com a vida das pessoas: muitos benefícios não podem ser inferiores ao salário mínimo. Quando o piso sobe, o valor mínimo desses pagamentos sobe junto.
Impactos mais diretos:
Aposentadorias e pensões no piso acompanham automaticamente o novo mínimo.
BPC/LOAS (benefício assistencial) também segue o piso nacional.
Isso não significa que todo mundo no INSS ganha reajuste “igual ao do mínimo”: benefícios acima do piso costumam seguir critérios próprios (em geral, inflação do período). O que é inegociável é: o piso do benefício não pode ficar abaixo do mínimo.
Para o empregador, o efeito é simples e duro: subiu o mínimo, sobe o custo-base de quem recebe nessa faixa e também de encargos atrelados.
No caso do emprego doméstico, o próprio governo orientou ajustes/registro do novo mínimo no eSocial Doméstico, já valendo a partir de 1º de janeiro de 2026.
Sempre que o mínimo sobe, valores de referência também sobem ou são recalculados, especialmente em:
contribuições previdenciárias mínimas
pisos de remuneração e categorias com base no mínimo
parâmetros administrativos que usam o piso como indexador (varia por regra)
Se você é MEI, empregador, ou paga carnê/planos simplificados, o risco aqui é não atualizar a conta e ficar defasado (pagar errado, recolher errado ou registrar errado). O ajuste do mínimo é simples; o erro operacional é mais comum do que parece.
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